Administração

Verônica Freitas

Para a administração de nossa Empresas temos como objetivo planejar, organizar e gerenciar o uso dos recursos pessoais e financeiros.

Elaborando estratégias para melhorar o desempenho da empresa, evitando desperdícios e reduzindo custos; tanto da nossa como dos nossos clientes.

Acompanha o andamento das atividades da empresa e toma decisões juntos a todos os profissionais envolvidos no projeto, relacionadas à contratação de colaboradores, compra de material, entre outros.

Verônica Freitas tem como funções as citadas abaixo:

  • Participar do processo de seleção e treinamento de novos colaboradores.
  • Tomar decisões que envolvem investimentos.
  • Supervisionar o processo produtivo.
  • Controlar a qualidade dos processos.
  • Estabelecer parcerias com fornecedores.

Pós Venda

Roxana

O serviço Pós Venda como um diferencial

Manter um bom cliente hoje exige muito. A qualidade e o cumprimento de prazos deixaram de ser os diferenciais de concorrência. A redução da diferenciação entre os produtos fez com que hoje as empresas procurassem uma nova forma de comunicar sua marca e seu produto.

É aceitar ou estar fora do mercado – e pior, fora da preferência do consumidor.

Uma das armas de diferenciação mais fortes hoje do mercado é o pós-venda, que deve ser encarado com seriedade porque, cada vez mais, o serviço é um elemento de fidelização dos clientes.

 

Manter um bom relacionamento com os clientes (atuais e prospects) é, hoje em dia, um fundamento básico no mundo dos negócios. É através da manutenção de uma carteira de clientes fiéis que uma empresa pode cada vez mais manter seus funcionários capacitados e prestar sempre um bom serviço.

Apoio Contábil

Wainny Cristina e Fabiano – Inovar Contabilidade

Contador é o profissional encarregado de trabalhar com a área financeira, econômica e patrimonial de uma ou várias pessoas jurídicas (empresas). Faz parte das tarefas deste profissional estar totalmente adequado às leis que dizem respeito ao patrimônio das pessoas jurídicas, datas e prazos dos impostos que a empresa deve pagar e interpretar, de forma correta, as informações coletadas para, desta forma, saber que atitudes devem ser tomadas para o crescimento das empresas onde exerce suas funções.

O contador tem acesso a informações cruciais das empresas, por isso é preciso que este profissional paute a sua conduta com ética, cuidado e honestidade. O profissional desta área atende pessoa jurídica que necessitam de, no mínimo, um contador. As áreas de auditoria e perícia contábil são opções para os contadores.

Estagiária

Vitória Anne

Novos talentos entram no mercado de trabalho com qualidades visadas pelas empresas, como proatividade e sede de aprender

1. Desafiar a hierarquia

 Não aceitar a palavra do chefe só por ser o chefe. Colocar o seu ponto de vista e questionar atitudes engessadas – sempre com educação e no momento adequado – são ações que promovem a boa comunicação e relacionamento da equipe, além do sentimento de pertencimento à empresa.

2. Estar atualizado

A nova geração é naturalmente inquieta, curiosa e traz a tecnologia no sangue. Faz parte do perfil de quem está entrando no mercado estar antenado nas redes sociais e tendências do setor. “É impossível estar alheio aos novos recursos digitais. Aqueles que subestimaram o poder das redes sociais foram passados para trás por quem percebeu o potencial das comunidades virtuais para ações de marketing, por exemplo”, comenta o CEO.

3. Flexibilidade

Para os estagiários não há tarefas melhores ou piores, todas trazem algum tipo de aprendizagem. O desejo de extrair o máximo de experiência faz com que eles assumam diversas funções e tenham uma amostra de diferentes setores da empresa, conhecimento desejável a todos os funcionários.

4. Aprender com o outro

“Por estar no início da vida profissional e ter pouca experiência, espera-se que o estagiário pergunte aquilo que não ficou claro”, afirma Costa. Porém saciar as dúvidas – e não ter vergonha disso – deve ser um costume de qualquer funcionário, pois evita mal-entendidos.

5. Proatividade

Todo estagiário quer mostrar trabalho para seus superiores e, por isso, a proatividade é uma característica comum. Apresentar ideias criativas, ter iniciativa e estar à disposição dos colegas quando for necessário são atitudes que devem iniciar no estágio e perdurar até o fim da vida profissional.

O que é cloud computing?

O que é cloud computing?

Carol Fernandes

por CAROL FERNANDES
Para o TechTudo

Cloud computing ou computação em nuvem é a entrega da computação como um serviço ao invés de um produto, onde recursos compartilhados, software e informações são fornecidas, permitindo o acesso através de qualquer computador, tablet ou celular conectado à Internet.

Cloud computing permite acessar dados de qualquer computador (Foto: Reprodução)
Cloud computing, seus dados em qualquer lugar

Uma de suas vantagens é o melhor aproveitamento dos investimentos em hardware. Como a parte mais pesada do processamento fica na “nuvem”, o usuário pre­cisa apenas de um navegador e uma boa conexão à internet para utilizar o serviço.

Outra vantagem é a elasticidade. Se for necessário mais ou menos espaço para armazenamento, basta solicitar um upgrade, sem precisar da troca dos equipamentos.

Um bom exemplo de cloud computing são os serviços do Dropbox, Google Music, iCloud e Google Docs, onde os usuários podem criar e editar documentos online, sincronizar músicas e arquivos ao mesmo tempo. Para usar o serviço, basta abrir o navegador de Internet e acessar o endereço dos serviços escolhidos.

O que é Tecnologia da Informação (TI)?

O que é Tecnologia da Informação (TI)?

Introdução

No início, os computadores eram tidos apenas como “máquinas gigantes” que tornavam possível a automatização de determinadas tarefas em instituições de ensino/pesquisa, grandes empresas e nos meios governamentais. Com o avanço tecnológico, tais máquinas começaram a perder espaço para equipamentos cada vez menores, mais poderosos e mais confiáveis. Como se não bastasse, a evolução das telecomunicações permitiu que, aos poucos, os computadores passassem a se comunicar, mesmo estando em lugares muito distantes geograficamente.

Mas perceba que, desde as máquinas mais remotas e modestas até os computadores mais recentes e avançados, o trabalho com a informação sempre foi o centro de tudo. É por isso que a expressão Tecnologia da Informação (TI) é tão popular. Mas o que vem a ser isso?

Antes de tudo, a informação

A informação é um patrimônio, é algo que possui valor. Quando digital, não se trata apenas de um monte de bytes aglomerados, mas sim de um conjunto de dados classificados e organizados de forma que uma pessoa, uma instituição de ensino, uma empresa ou qualquer outra entidade possa utilizar em prol de algum objetivo.

Neste sentido, a informação é tão importante que pode inclusive determinar a sobrevivência ou a descontinuidade das atividades de um negócio, por exemplo. E não é difícil entender o porquê. Basta pensar no que aconteceria se uma instituição financeira perdesse todas as informações de seus clientes ou imaginar uma pessoa ficando rica da noite para o dia por ter conseguido descobrir uma informação valiosa analisando um grande volume de dados.

Diante de tamanha relevância, grandes entidades investem pesado nos recursos necessários para obter e manter as suas informações. É por isso que é extremamente raro ver empresas como bancos, redes de lojas e companhias aéreas perdendo dados essenciais ao negócio. Por outro lado, é bastante frequente o uso inadequado de informações ou, ainda, a subutilização destas. É nesse ponto que a Tecnologia da Informação pode ajudar.

Tecnologia da Informação

A Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como o conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos computacionais que visam permitir a obtenção, o armazenamento, o acesso, o gerenciamento e o uso das informações. Na verdade, as aplicações para TI são tantas – estão ligadas às mais diversas áreas – que há várias definições para a expressão e nenhuma delas consegue determiná-la por completo.

Sendo a informação um patrimônio, um bem que agrega valor e dá sentido às atividades que a utilizam, é necessário fazer uso de recursos de TI de maneira apropriada, ou seja, é preciso utilizar ferramentas, sistemas ou outros meios que façam das informações um diferencial. Além disso, é importante buscar soluções que tragam resultados realmente relevantes, isto é, que permitam transformar as informações em algo com valor maior, sem deixar de considerar o aspecto do menor custo possível.

A questão é que não existe “fórmula mágica” para determinar como utilizar da melhor maneira as informações. Tudo depende da cultura, do mercado, do segmento e de outros fatores relacionados ao negócio ou à atividade. As escolhas precisam ser bem feitas, do contrário, gastos desnecessários ou, ainda, perda de desempenho e competitividade podem ser a consequência.

Tome como base o seguinte exemplo: se uma empresa renova seu parque de computadores comprando máquinas com processadores velozes, muita memória e placa de vídeo 3D para funcionários que apenas precisam utilizar a internet, trabalhar com pacotes de escritório ou acessar a rede interna, está fazendo gastos desnecessários. Comprar máquinas de boa qualidade não significa adquirir as mais caras e sotisticadas, mas aquelas que possuem os recursos necessários.

Por outro lado, imagine que uma companhia comprou computadores com GPUs de desempenho modesto e monitor de 17 polegadas para profissionais que trabalham com AutoCAD. Para estes funcionários, o ideal seria fornecer computadores que suportam aplicações exigentes e um monitor de, pelo menos, 20 polegadas. Máquinas mais baratas certamente conseguem rodar o programa AutoCAD, porém com lentidão. Além disso, o monitor com área de visão menor dá mais trabalho aos profissionais. Neste caso, percebe-se que a aquisição destes equipamentos reflete diretamente na produtividade. Por este motivo, qualquer decisão relacionada à TI precisa levar em conta as necessidades de cada setor, de cada departamento, de cada atividade, de cada indivíduo.

Veja este outro exemplo: uma empresa com 50 funcionários, cada um com um PC, adquiriu um servidor para compartilhamento e armazenamento de arquivos em rede que suporta 500 usuários conectados ao mesmo tempo. Se a companhia não tiver expectativa de aumentar seu quadro de funcionários, comprar um servidor deste porte é o mesmo que adquirir um ônibus para uma família de 5 pessoas. Mas o problema não é apenas este: se o referido servidor, por alguma razão, parar de funcionar, os arquivos ficarão indisponíveis e certamente atrapalharão as atividades da empresa.

Neste caso, não seria melhor adquirir um servidor mais adequado às necessidades da companhia e investir em recursos de disponibilidade para diminuir as chances de a rede deixar de funcionar? Ou, talvez, estudar a possibilidade de contratar uma solução baseada em computação nas nuvens específica para este fim?
Foto de um servidor para armazenamento de dados

Com estes exemplos, é possível ter uma pequena ideia do qual amplo é o universo da Tecnologia da Informação. Independente da aplicação, há ainda vários outros aspectos que devem ser considerados, por exemplo: segurança, disponibilidade, comunicação, uso de sistemas adequados (eles realmente devem fazer o que foi proposto), tecnologias (qual é a melhor para determinada finalidade), legislação local e assim por diante.

O profissional de TI

As tarefas de desenvolver, implementar e atualizar soluções computacionais cabem aos profissionais de TI. Por causa de sua amplitude, a área é dividida em várias especializações, tal como acontece com a medicina, por exemplo. Sendo assim, pode-se encontrar profissionais de TI para cada um dos seguintes segmentos: banco de dados, desenvolvimento, infraestrutura, redes, segurança, gestão de recursos, entre outros.

Para cada uma destas áreas, há subdivisões. Por exemplo, em desenvolvimento, há profissionais que atuam apenas com softwares comerciais (como ERP), outros que trabalham apenas com a criação de ferramentas para dispositivos móveis, outros que concentram suas atividades na internet e assim por diante.

Via de regra, interessados em seguir carreira na área de TI fazem cursos como ciência da computação, engenharia da computação e sistemas de informação, mas há outros, inclusive com foco mais técnico, como tecnologia em redes de computadores e tecnologia em banco de dados, além de cerificações e cursos de pós-graduação para profissionais já formados.

Finalizando

 Quem precisa de TI? Nos tempos atuais, a sociedade como um todo. Hoje, a informatização atinge as mais diversas áreas do conhecimento e está cada vez mais presente no cotidiano das pessoas, mesmo quando elas não percebem.

Se você declara imposto de renda, seus dados são processados por computadores do governo; se você tira passaporte, suas informações ficam cadastradas em um banco de dados da Polícia Federal (ou de outro órgão competente, de acordo com o país); se você faz compras no mercado, passa pelo caixa, que dá baixa dos produtos no sistema da empresa; para você usar o telefone, uma complexa rede de comunicação controlada por computadores é utilizada. Enfim, exemplos não faltam.

A Tecnologia da Informação, portanto, não é apenas sinônimo de modernidade. É, acima de tudo, uma necessidade dos novos tempos, afinal, a informação sempre existiu, mas não de maneira tão volumosa e aproveitável.

Financeiro

Simony Nascimento

O departamento financeiro administra os recursos de uma empresa. Ele faz o controle da tesouraria, dos investimentos e dos riscos, além do planejamento financeiro da companhia e da divulgação de seus resultados.

A função do departamento financeiro é garantir recursos para que a empresa possa cumprir seus objetivos, mantendo-se ativa e competitiva.

A estrutura e as rotinas do departamento financeiro dependem do contato com o cliente e seus fornecedores.

O formato do departamento financeiro e seu organograma variam de acordo com as necessidades da companhia. No entanto, é possível de se identificar algumas atribuições básicas, ainda que, em algumas empresas, certos setores possam ter departamentos próprios.

Funções do departamento financeiro

O departamento financeiro é o responsável por lidar com todas as questões relativas ao dinheiro, visando o alcance dos objetivos da empresa e dando ferramentos aos gestores para que possam tomar decisões, como de cortar custos ou de investir.

Entre as funções do departamento financeiro estão a tesouraria e o controle das contas a pagar e a receber.

Tesouraria

Esse setor do departamento financeiro é responsável pelo fluxo de caixa da empresa, ou seja, faz o controle diário das entradas e saídas de dinheiro. Como parte do movimento de caixa é feita eletronicamente, a tesouraria também faz a gestão das contas bancárias da empresa.

Gestão de contas

A gestão de contas a pagar controla o vencimento dos compromissos da empresa, como contas de consumo e pagamento de fornecedores, por exemplo, a fim de evitar atrasos e multas.

Outra função é o controle dos recebimentos, que inclui verificar se os clientes estão em dia com suas obrigações, se os boletos que a empresa emitiu foram pagos no prazo e, se necessário, acionar os mecanismos de cobrança.